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O padrão de transmissão adotado no Brasil é o mesmo utilizado no Japão (ISDB-T), que diferentemente do padrão americano (ATSC) e o europeu (DVB-T), permite a recepção do sinal em aparelhos portáteis e móveis, sem tarifação. Um das poucas diferenças do padrão brasileiro em relação ao japonês é a compressão. No Brasil será adotado o H. 264/MPEG-4 para todos os sinais, que é mais eficiente que o MPEG-2, ou seja, é possível trafegar a mesma quantidade de vídeo em uma taxa de dados menor.