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Arquivado em: Lançamento, alta definição, equipamentos — Tags: 02/06/2010 - 3:16

Eventos_Bienal 

A imagem acima ilustra o stand montado na Bienal do Livro pela TV Globo Minas. O evento ocorreu entre os dias 14 e 23 de maio em Belo Horizonte/MG e foi um grande sucesso, atingindo um total de 250 mil visitantes.

O objetivo do stand era apresentar aos visitantes detalhes sobre a TV digital, esclarecendo suas dúvidas e a produção de conteúdos para TV 3D. Abaixo segue o conteúdo exposto:

TV digital
  
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Exibição site Tvglobodigital.com – TV LCD 45″ 

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Sinal do Canal 12 – TV Led 40″

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Blue Ray HD – TV LCD

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42″ XDCAM Full HD – TV LCD 42″
 
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Sinal one-seg (celular/TV portátil/lap top com recepção pen TV)

TV 3D

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TV de 46″ com exibição passiva, utilizando óculos com polarização circular.

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Mais de 3000 pessoas, por dia, passaram pelo stand. A TV 3D foi a maior sensação, principalmente para as crianças, que não faziam idéia do que era a imagem 3D. Muitas delas fizeram a visita mais de duas vezes, só para rever a comercialização que parecia sair da telinha. Depois de tentar “pegar” na imagem exibida, elas pediam para levar o óculos como lembrança e brincavam navegando no site da TV Digital.
   
Eventos_Bienal11

 A novidade também atraiu os adultos que só não pularam na TV porque estavam tímidos. Mas não faltaram bons comentários e perguntas sobre a diferença entre os sinais, as TV’s e, claro, sobre quando poderiam ter o 3D em casa e quanto pagariam para isso.
   
 
Cris Mafra
Engenharia – TV Globo

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Em 1879, o americano Tomas Edson inventou a lâmpada. Depois, fazendo experiências com a conversão de corrente elétrica em luz, ele criou algo incrivelmente parecido: o cinescópio. Este nada mais é do que o tão conhecido tubo de imagem (CRT). Esse invento fez então surgir o monitor de TV.

Muitos me perguntam quem veio primeiro: a câmera ou o monitor? A câmera surgiu após a descoberta da célula fotoelétrica (conversão de luz em corrente elétrica), em 1921, por Einstein.  Não há dúvida: o monitor de TV veio primeiro.

Desde então, com a evolução dos processos de fabricação e novos inventos, as câmeras evoluíram para a tecnologia CCD; e as câmeras de tubos deixaram de ser fabricadas. No caso dos monitores/televisores a evolução fez surgir, até o momento, mais quatro tipos de tecnologias para telas de vídeo – LCD, plasma, LED TV e OLED.

Curiosamente, os cinco tipos convivem ainda no mercado. Atualmente é possível comprar qualquer um deles – de grandes e conceituados fabricantes. Por isso, obviamente, o consumidor está sempre se perguntando: qual a melhor opção do momento?
 
A seguir apresentamos um quadro comparativo entre as tecnologias disponíveis. O que comprar? “Você decide”.

TV LCD (divulgação)
 
Tecnologia, evolução, construção
LCD – (Liquid Crystal Display) – é uma tecnologia onde a tela funciona como um anteparo que controla a passagem da luz, para formar a imagem. No TV de LCD, existe uma iluminação traseira (back light) atrás da tela de cristal liquido, feita por uma lâmpada tipo fluorescente.

TV LCD

Conforme o controle eletrônico (corrente elétrica) os pontos brilham ou não, ou seja, a imagem é formada pela permissividade ou não de passagem da luz emitida por trás. Sem corrente elétrica, o cristal liquido é transparente. Na presença da corrente, ele se torna opaco. 

Vantagens
- Baixo consumo de energia
- Melhor eficiência comparando-se com os antigos televisores de tubos (CRT)
- Menor desgaste da tela (Display)
- Custo de manutenção menor do que os de plasma e CRT
- Melhor geometria, Tela fina e leve 

Desvantagens
- Baixa resolução principalmente em vídeo composto analógico (TV a cabo)
- Ângulo de visão reduzido
- Iluminação mínima constante das partes pretas, reduzindo o contraste
- Falta de uniformidade da luz traseira provocando deformação da imagem

LEIA TAMBÉM: Saiba como escolher uma TV LCD 

Plasma (divulgação)

PLASMA 

Tecnologia, evolução, construção
Tela formada por células com gás em seu interior, montadas entre duas partes de vidro, que emitem ondas eletromagnéticas quando excitadas pela corrente elétrica. O gás então ionizado pela presença da corrente elétrica se transforma em plasma, emitindo luz.
O brilho da tela é reforçado pela presença de uma camada de fósforos que brilham, excitados pelo plasma.
 
Vantagens
- Emissão de luz pelas células da tela, proporcionando melhor brilho, contraste e resolução
- Cenas escuras, com corte de luz
- Melhor ângulo de visão
- Melhor uniformidade da luz em todas as partes da tela

Desvantagens
- Maior índice de desgaste e defeito, devido às fontes para excitar as células
- Maior emissão eletromagnética – luz ultra-violeta
- Aparelho com maior profundidade e mais pesado
- Dificuldade de montagem de telas menores do que 40”

Led TV (divulgação)

TV LCD de LED (Led TV)

Tecnologia, evolução, construção
É o mesmo TV de LCD, com uma modificação importante: a iluminação traseira, que no LCD convencional é feita por lâmpadas; no TV com LED, é feita por um painel de diodos emissores de luz, montado atrás do display de cristal Liquido. A tela é a mesma do TV LCD. 

Vantagens
- Permanece com Baixo consumo de energia
- Maior uniformidade da luz traseira
- Melhor resolução em vídeo componente e HDMI
- Profundidade ainda mais reduzida – os Leds ocupam menor espaço do que as lâmpadas (back light)

Desvantagem
- Também apresenta baixa resolução em vídeo composto analógico
- Como é uma tecnologia nova, o custo ainda está muito alto

Oled TV (divulgação)

OLED (Organic Light-emitting diodo)

Tecnologia, evolução, construção
Tela feita por polímeros, com material tipo orgânico, com emissão de luz própria. Pode-se fazer uma analogia com o vaga-lume, cujo estudo deu vida a essa tecnologia. Sistema ainda adotado somente pela Sony.
 
Vantagens
- Emissão e corte de luz pelas próprias células da tela. Não necessita de backlight adicional
- Melhor brilho e contraste
- Melhor ângulo de visão
- Tela fina e flexível        
- Maior resolução
- Baixíssimo consumo 

Desvantagens
- Custo ainda muito alto.
- As telas ainda são reduzidas, não chegando a 40”.
- A durabilidade da tela ainda é baixa e depende da evolução dos processos de fabricação

TV-de-tubo (divulgação)

TV de tubo (CRT- Cathode Ray Tube)
O tubo de imagem é uma montagem em um bulbo de vidro a vácuo, de três eletrodos (catodos) que aquecidos pela corrente elétrica  emitem elétrons que são acelerados em direção a uma tela de fósforos. É necessário circuitos de alta tensão para fazer os elétrons chegarem até a tela, depois de passarem por uma máscara de convergência que corta a maior parte do feixe. A convergência significa assegurar que o feixe do canal verde atinja somente os fósforos verdes, e a mesma coisa para os feixes vermelho e azul.

Vantagens
- Emissão de luz na própria tela de fósforos
- Alto brilho e contraste
- Boa resolução
- Excelente ângulo de visão
- Baixo custo atual dos televisores maiores 

Desvantagem
- Geometria – ocupam muito espaço
- Emissão eletromagnética
- Erros de convergência nos cantos da tela
- Desgaste dos catodos provocando variações nas cores e baixa vida útil do cinescópio.
- Maior consumo de energia

Por Willian Nunes
Engenharia
TV Globo

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Arquivado em: Lançamento, alta definição, equipamentos, interatividade — 03/09/2009 - 11:59

No Congresso SET 2009 a interatividade foi um dos grandes destaques. Após o lançamento da TV digital no Brasil, as empresas investem na pesquisa e implantação de aplicações interativas, como o acesso a Internet pela TV e envio de opiniões aos programas em tempo real.
 
Se você ainda não ouviu falar em Ginga ou Middleware, não se preocupe, apesar dos termos não serem tão novos assim, suas difusões vem crescendo aos poucos e já começam a não ser restritas aos especialistas.
 
Middleware é o sistema de comunicação entre o hardware e as aplicações interativas para TV digital.
 
Ginga é o nome do Middleware Aberto do Sistema Brasileiro de TV Digital – SBTVD que é subdividido em dois subsistemas principais interligados, o Ginga-NCL e Ginga-J. Saiba mais sobre este sistema no site www.ginga.org.br.
 
Mas a novidade principal apresentada pela TQTVD (www.tqtvd.com) junto a Visiontec (www.visiontec.com.br) é a possibilidade do usuário participar da programação exibida pelas emissoras de TV usando apenas o próprio controle remoto.

O Middleware Astro TV desenvolvido pela TQTVD em Ginga-J trás, em caráter experimental, informações sobre a novela Caminho das Índias como mostra a imagem abaixo:
 
Middleware1A-400x300
 
Inicialmente o aplicativo trás todas as informações sobre a novela e permite a participação do telespectador por meio de enquetes, utilizando apenas o controle remoto.

Você vai poder acessar informações sobre os capítulos anteriores, além de enviar opiniões pela TV? Pois é, isso é o mínimo que os especialistas pretendem implementar.
 
Para os amantes de futebol, a novidade trará todas as informações dos campeonatos e jogos em todo Brasil. Durante a transmissão de um jogo, a escalação dos times e muito mais permanecerá a um clique de distância, basta usar o controle.
 
futebol-400x400

Mas se você não se interessa por nenhum desses assuntos, aproveitará a novidade com a expansão do sistema para todas as áreas com rico conteúdo em tempo real.
 
Middleware4-300x400

Ainda não satisfeito? O que acha de jogar Tetris para relaxar?
 
Middleware5-400x400
 
Pois é, este é só um exemplo das possibilidades que a nova plataforma da TV digital trás para você.

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BroadBand TV foi um dos cases mais discutidos no seminário, de acordo com o Engenheiro Marcos Álvares. Hoje, no Brasil, somente a Samsung possui monitores com esta tecnologia. A TV vem com aplicativo de internet já instalado. O projeto só foi viabilizado a partir de uma parceria da empresa com o Portal Terra.

A palestra “Broadband TV: Ameaça ou Oportunidade?” foi ministrada pelo Diretor de Engenharia da TV Globo Fernando Bittencourt e uma das perguntas mais frequentes foi: “Onde e como este tipo de tecnologia pode atrapalhar o business dos Broadcasters?”

Saiba mais: LED TV promete desbancar as telas de LCD e plasma

Além da novidade sobre

Samsung LED TV

 broadband TV, a Samsung apresenta mais uma inovação tecnológica que invade os assuntos da SET 2009.

 A LED TV utiliza luzes LED e por isso possui melhor qualidade e nitidez de imagem que a alta definição convencional, consumindo menos energia. Os decoradores agradecem o design e fina espessura do televisor.

Por Cris Mafra
Engenharia TV Globo

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Feira Broadcast & Cable – Equipamentos TV digital  


Profissionais da TV Globo participam da Broadcast & Cable


Steadycam


Demonstrações de  câmeras e equipamentos


Jornal Hoje na Broadcast & Cable


Estúdio HDTV


Estúdio HDTV

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Em visita à convenção de áudio AES no Anhembi em São Paulo, realizada nos dias 26 a 28 de Maio, podemos ver novas tecnologias em sistemas de áudio em HD. O evento contou com palestras ministradas pelos mais famosos membros da sociedade de áudio mundial. Nestas palestras, tivemos demonstrações de vários lugares do mundo em matéria de áudio. Uma delas, que me chamou atenção, não só minha, mas sim de todo pessoal presente na palestra foi do Sr KIMIO HAMASAKI da TV Estatal NHK Japão. Ele apresentou a evolução do áudio em Alta Definição   Surround chamado de 22.2, já em estudo e com algumas aplicações práticas no Japão.

Agora, vou falar um pouco da nossa realidade, pois se tratando de áudio 22.2 estamos só caminhando ainda para o sistema de 5.1 surround. Em testes na TV Globo, equipes estão trabalhando e transmitindo programas com áudio 5.1, como por exemplo, futebol que já é transmitido em HD e áudio 5.1 surround.

Realmente é impressionante o envolvimento do áudio com telespectador, pois traz uma sensação de que realmente estivessem no estádio ou show. No evento, foram montadas duas salas de audição tanto para 5.1 e 22.2. Nestas salas, no exemplo 5.1 foi instalado um televisor de alta qualidade (LCD), com sistema de monitoração de áudio adequados para receber o sinal e também abrir em 5.1.

Como não temos ainda em nosso mercado, receptores que já venham preparados para abrir completamente o sinal surround, alguns receptores foram instalados em pontos específicos em São Paulo, para testar o tráfego do sinal em 5.1. Todo este sistema ainda está em fase de testes e estudos em São Paulo e Rio de Janeiro.

Em Belo Horizonte, atualmente, a TV Globo Minas estuda a transmissão do futebol estéreo 2.0, tanto no sistema analógico quanto no sistema digital. Uma grande vantagem de se transmitir esse áudio 5.1 surround é de levar os telespectadores para dentro do ambiente do evento sem sair do conforto de seu lar.

Uma previsão de comercialização dos equipamentos adequados para receber e abrir 5.1 surround aqui no Brasil não está definida. Pois o fabricante e proprietário do sistema 5.1 surround é a famosa Dolby (marca registrada) e os fabricantes dos receptores e TVs com sistema full HD ainda não fecharam um acordo deste sistema no Brasil. Quer dizer que não temos ainda receptores para abrir 5.1 surround.

O áudio 22.2

Para finalizar este artigo, quero dizer um pouco sobre o que vi e ouvi do áudio 22.2, pois não se trata somente de 5.1 e sim aquilo que pode levar a quase impressão que estamos realmente dentro da imagem projetada em alta definição. É incrível o envolvimento do áudio ao nosso redor, como por exemplo, mostrado no evento AES. Foi projetado um vídeo em HD, com áudio exibido no sistema 22.2. Este vídeo era de um campo cheio de flores. O som do vento vinha de todas as direções. Realmente em um instante tive uma sensação de estar no meio deste campo. Foi o que me chamou mais atenção.

Para se fazer este sistema de 22.2, precisamos de várias caixas acústicas, em trono de 24 caixas instaladas, tanto no teto quanto no chão e um sistema de áudio próprio para trafegar 22.2. Só temos em testes no Japão. No sistema 5.1 temos 6 caixas acústicas e uma tecnologia de áudio compatível com o 22.2, que pode ser bem agradável tanto para os ouvidos quanto para o bolso.

Para termos realmente a impressão fiel do áudio que ouvimos durante todo nosso dia-dia temos que ter em nossa volta em torno de um milhão de alto-falantes agrupados em torno do corpo como se estivesse dentro de uma bola feita de alto-falantes.

Algumas questões de áudio foram faladas nas palestras, como questões de variações de volume entre um programa e comerciais e TVs que possuem alguns efeitos que fingem simular surround, mas será um assunto para próximo artigo.

Até logo…

Paulo Henrique
Engenharia
TV Globo

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Um passo importante para a TV digital brasileira foi dado na quarta-feira (13). O Fórum de TV Digital anunciou as tecnologias que serão utilizadas no Ginga para interatividade no Sistema Brasileiro de TV digital (SBTVD) – o Java DTV e o NCL.

Saiba mais: leia notícia na íntegra

Linguagem NCL

A linguagem NCL (Nested Context Language) e sua plataforma de execução, resultado da combinação NCL e Lua – Ginga-NCL – é considerada uma das maiores inovações nacionais dos últimos anos e foi desenvolvida pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro- PUC-RJ. Já a arquitetura do GINGA-J conta também com as inovações desenvolvidas pela Universidade Federal da Paraíba-UFPB.

JavaDTV

O JavaDTV se destacou pela forte comunidade do código aberto Java, que possui mais de 110 mil membros somente no Brasil. Além disso, o sistema se provou altamente flexível e muito fácil de ser implantado em todos os receptores digitais atualmente no mercado. Como se trata de uma linguagem nova de ampla utilização internacional e com o respaldo de uma gigante do setor de software, a Sun Microsystems, o Java é uma tecnologia “à prova de futuro”, com muitos anos de bons serviços à frente.

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LEIA TAMBÉM:

- POST NOVO 
Plasma ou LCD, LED ou Oled e TV de tubo: qual a melhor opção do momento?

Saiba como escolher uma TV LCD

TV de Plasma

Definição
As telas de plasma possuem um gás que, ao passar por um processo de ionização, assume o estado de plasma. O plasma gera raios ultravioletas, que atingem a superfície externa da tela, formando a imagem.

A televisão de plasma é digital e trabalha com o formato usado no cinema e em filmes de DVD. É o chamado widescreen, de medida 16:9 ou 16:10 (um retângulo).

Resolução da imagem
As imagens são de boa qualidade, mas, a rigor, não podem ser consideradas de alta definição. Há várias TVs de plasma de 42 polegadas com resolução de 852 x 480 pixels (480 linhas horizontais), e para ter uma boa qualidade, teriam que ter resolução de 720 linhas horizontais.
São poucos os displays de plasma com alta definição à venda, mas custam mais caro.

Pontos Positivos
Cores mais vibrantes;
Ângulo de visão mais amplo;
Contraste aprimorado;
Tamanhos de telas a partir de 42 polegadas;
Ideal para DVDs e sinal digital em widescreen 16:9

Pontos Negativos
Alto consumo de energia;
Ao ficar próximo da tela, ocorre o efeito “flicker” que cansa a vista mais rápido;
Latência de imagem: uma imagem exibida por muito tempo acaba queimando a tela. Para amenizar o problema, os fabricantes desenvolveram novas soluções como o “pixel orbitor”;
Deixa a tela “espelhada” se houver incidência de luz direta (por exemplo, janela aberta).

TV LCD

Definição
TVs de LCD têm uma lâmpada de luz branca (backlight), cuja luminosidade é filtrada pelos cristais líquidos da tela.

Resolução da imagem
Nas TVs de LCD com 32 polegadas, as telas já são de alta definição.
Estão prontas para a TV de alta definição (HDTV).
A resolução no LCD varia de 1024×768 a 1920×1080 pixels.

Pontos Positivos
São mais leves;
Consomem pouca energia;
Há quem diga que a tecnologia é mais promissora;
Imagens mais nítidas;

Pontos Negativos
Rastros na imagem em cenas muito rápidas (tempo de resposta).

LCD ou plasma?
Outro cuidado que deve ser tomado é quanto à relação entre o tamanho da tela e o ambiente onde a TV vai ser instalada. Se o espaço é relativamente pequeno, de cerca de 10 a 15 metros quadrados, o mais indicado é um televisor de tela plana de cristal líquido (LCD, liquid crystal display) de 32 polegadas. Se for maior, os aparelhos de 42 polegadas, tanto de cristal líquido quanto de plasma, representam a melhor opção. E qual a melhor tecnologia: cristal líquido ou plasma? Considerando as transmissões em alta definição, o futuro parece favorecer o LCD, pois os fabricantes tem evoluído na relação de contraste da tela. Para imagens convencionais, que não sejam em alta definição, o cristal líquido pode ser pior até que o tubo convencional. Para se ter comparativo de investimento; uma TV LCD e uma de Plasma de um mesmo fabricante com as mesmas funções básicas:

TV 42” LCD HDTV Ready, (1.024 x 768 pixels) – 2 Entradas HDMI – R$R$ 3.998,50
TV 42″ Plasma – (1.024 x 768 pixels) – 2 Entradas HDMI, R$ – R$ 1.849,77

Caso você vá comprar uma, procure sempre pesquisar no site do fabricante da sua preferência pelo último modelo, com isto você terá mais tecnologia e os antigos problemas resolvidos.

Por Anderson Nilsen

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É verdade que a TV Digital é uma grande novidade para nós, Telespectadores e Broadcasters, e se difere em muito com a TV Analógica. Não somente por ser digital ou pelo aspecto de tela. Mas também, na forma de analisarmos a qualidade do sinal transmitido e a recepção nas residências.

Desde a implantação da TV digital em BH, estamos realizando medições em campo para testarmos a confiabilidade, a qualidade e a robustez do sinal recebido nas residências dos telespectadores. Estas medições podem ser definidas como:Carro para testes outdor da Globo Minas

Medida Outdoor
Demarcamos a cidade de BH em 124 pontos de medição espanados, de aproximadamente quatro quilômetros, onde nos deslocamos com uma unidade móvel. Ela é equipada com um mastro pneumático de 10 metros, uma antena de recepção UHF externa, desta que se coloca nos telhados, e todo instrumental necessário para realizar a medição.

Esta medição tenta simular uma recepção em uma casa de dois andares com antena externa.

Medida Indoor  Globo Minas realizandio testes indor
Agendamos 70 visitas em residências de telespectadores. Realizamos os mesmos testes das medidas Outdoor, mas nesse caso, utilizamos uma antena interna comum.

Esta medição visa estabelecer quanto robusto o sinal digital é dentro das residências.

Medida Móvel
Equipamos um veículo de passeio comum com um sistema que possibilita a medição, em movimento e em tempo real, do sinal de One-Seg. Saímos pelas ruas e avenidas de BH coletando estes dados. Simulamos possíveis recepções, como no interior de ônibus e em automóveis. Mapeamos a cidade levando em conta a qualidade da cobertura.

Esta ainda não foi concluída, pois nossa meta é cobrir o máximo de vias urbanas da cidade.

Podemos tirar algumas conclusões:

• Não encontramos nenhuma situação com antena externa que não obtivemos sinal de TV digital em BH.
• Em alguns casos o apontamento da antena externa é determinante.
• A recepção com antena interna se mostrou robusta na maioria das residências, mas a qualidade da antena foi determinante neste resultado.
• Temos 95% das vias urbanas cobertas com o Sinal One-Seg.

Por Clayton Bonfim

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Arquivado em: Lançamento — 27/06/2008 - 6:08

Seja bem-vindo ao site TV Digital, da TV Globo Minas. E ao nosso blog, onde vamos buscar as informações mais atualizadas e promover discussões sobre as tendências e o futuro da tecnologia digital. Queremos contar com sua contribuição, com as suas informações e os seus comentários, porque para nós uma das vantagens da tecnologia digital é ampliar o acesso à informação de qualidade. E é por isso que você vai encontrar aqui tudo sobre a melhor mídia do mundo – a TV Aberta em Alta Definição. Esperamos informar e discutir sobre HDTV, mobilidade, interatividade, conversores, preços, qualidade e muito mais.

Edson Siquara
Diretor de Engenharia